Fundamental I
5o. Ano
Balainha ou dança dos Arcos Floridos:
"Quero ver, quero ver..
quero ver, quero virar
quero ver a balainha
do jeito que vai ficar!"
Conhecida também com o nome de Arcos Floridos ou Jardineira, a Balainha é desenvolvida com os pares de dançantes (sempre mulheres), cada um deles, sustentando um arco florido.
Balainha é uma dança observada no litoral dos estados do Paraná e Santa Catarina, tanto de forma autônoma, no ciclo junino (antes da apresentação do Pau-de-Fitas), quanto dando abertura à dramatização do Boi de Mamão.
No início, os pares em fileiras fazem movimento ondulante passando, ora por cima ora por baixo dos arcos dos demais pares; formam depois grupos de quatro pares que, em círculo, intercruzam seus arcos no alto, armando assim as “Balainhas”. Nessa posição dão voltas completas para a direita e depois para a esquerda. Ao final desmancham as “balainhas” e retornam à posição inicial, com movimentos sincronizados e seqüenciais.
Balainha é de origem européia trazida para o Brasil pelos portugueses. O objetivo dessa tradição, muito generalizada pela Europa, era atrair o frutificante espírito da vegetação, recém-desperto pela primavera. Tais apresentações não constituíam simples dramas simbólicos ou alegóricos, peças pastoris destinadas a divertir como as que hoje acontecem, mas eram sortilégios destinados a fazer com que a floresta verdejasse, a relva dos pastos crescesse, o milho fosse abundante e as flores despontassem.
Balainha ou dança dos Arcos Floridos:
"Quero ver, quero ver..
quero ver, quero virar
quero ver a balainha
do jeito que vai ficar!"
Conhecida também com o nome de Arcos Floridos ou Jardineira, a Balainha é desenvolvida com os pares de dançantes (sempre mulheres), cada um deles, sustentando um arco florido.
Balainha é uma dança observada no litoral dos estados do Paraná e Santa Catarina, tanto de forma autônoma, no ciclo junino (antes da apresentação do Pau-de-Fitas), quanto dando abertura à dramatização do Boi de Mamão.
No início, os pares em fileiras fazem movimento ondulante passando, ora por cima ora por baixo dos arcos dos demais pares; formam depois grupos de quatro pares que, em círculo, intercruzam seus arcos no alto, armando assim as “Balainhas”. Nessa posição dão voltas completas para a direita e depois para a esquerda. Ao final desmancham as “balainhas” e retornam à posição inicial, com movimentos sincronizados e seqüenciais.
Balainha é de origem européia trazida para o Brasil pelos portugueses. O objetivo dessa tradição, muito generalizada pela Europa, era atrair o frutificante espírito da vegetação, recém-desperto pela primavera. Tais apresentações não constituíam simples dramas simbólicos ou alegóricos, peças pastoris destinadas a divertir como as que hoje acontecem, mas eram sortilégios destinados a fazer com que a floresta verdejasse, a relva dos pastos crescesse, o milho fosse abundante e as flores despontassem.
4o. Ano
Congada
Considerada uma das mais conhecidas manifestações de cultura popular do Brasil, as congadas conjugam fé, devoção, festa, dança e metáforas sobre a realidade social.
Realizadas sempre em louvor a São Benedito, a participação de descendentes de escravos é uma constante. Negros devotos dançam a congada ou participam de embaixadas ao Rei do Congo.
Nas congadas, sagrado e profano se irmanam. É em louvor a São Benedito que a Congada Lapeana (Lapa - PR) se realiza. Na frente do Santuário de São Benedito. Eles dançam e encenam seu texto, falam de um rei, de uma rainha, de fidalgos, embaixador, cacique e conguinhos. São diálogos entrecortados de referências a um catolicismo popular cheio de vida e de contradições.
Congada
Considerada uma das mais conhecidas manifestações de cultura popular do Brasil, as congadas conjugam fé, devoção, festa, dança e metáforas sobre a realidade social.
Realizadas sempre em louvor a São Benedito, a participação de descendentes de escravos é uma constante. Negros devotos dançam a congada ou participam de embaixadas ao Rei do Congo.
Nas congadas, sagrado e profano se irmanam. É em louvor a São Benedito que a Congada Lapeana (Lapa - PR) se realiza. Na frente do Santuário de São Benedito. Eles dançam e encenam seu texto, falam de um rei, de uma rainha, de fidalgos, embaixador, cacique e conguinhos. São diálogos entrecortados de referências a um catolicismo popular cheio de vida e de contradições.
3o. Ano
Dança do Pau de Fita
A Dança Pau de Fitas é uma tradição milenar, originária do meio rural que aparece em alguns países latino-americanos como: a Espanha, Inglaterra e outras regiões da Europa. Este tipo de dança também já existia na América, muito antes de seu descobrimento e os maias ainda incluem em seus costumes. Aparece ainda, entre os mineiros de Nuanda, no Peru, no século XVIII. Em São Benedito de Los Andes, na Venezuela, foi registrada dança semelhante aos pau-de-fita dançados aqui no Brasil.Em tribos pagãs essa coreografia tinha o significado de dança da fertilidade.
Em muitas partes da Europa, na primavera ou no princípio do verão, ou mesmo no dia do solstício de verão, era e ainda é costume ir passear pelos bosques, cortar uma árvore e leva-la para a aldeia, onde era erguida em meio à alegria geral. A intenção deste costume era levar para cada uma das casas da aldeia, as bênçãos que o espírito da árvore tem o poder de conceder. Até hoje, mastros de maio, adornados de flores e fitas, são levantados são levantados no primeiro dia do mês de maio, tendo como objetivo, atrair o frutificante espírito da da vegetação, recém-desperto pela primavera.
No Brasil, esta dança, é encontrada em vários estados, fazendo parte do repertório de grupos folclóricos de várias etnias. Existe ainda em várias comemorações, como nas Festas do Rosário em Minas Gerais, onde os caboclinhos desenvolvem a coreografia, no bumba-meu-boi nordestino, com o nome de folguedo-da-trança, e nas festas do Divino, no Estado de São Paulo, com o nome de dança das fitas.
Dança do Pau de Fita
A Dança Pau de Fitas é uma tradição milenar, originária do meio rural que aparece em alguns países latino-americanos como: a Espanha, Inglaterra e outras regiões da Europa. Este tipo de dança também já existia na América, muito antes de seu descobrimento e os maias ainda incluem em seus costumes. Aparece ainda, entre os mineiros de Nuanda, no Peru, no século XVIII. Em São Benedito de Los Andes, na Venezuela, foi registrada dança semelhante aos pau-de-fita dançados aqui no Brasil.Em tribos pagãs essa coreografia tinha o significado de dança da fertilidade.
Em muitas partes da Europa, na primavera ou no princípio do verão, ou mesmo no dia do solstício de verão, era e ainda é costume ir passear pelos bosques, cortar uma árvore e leva-la para a aldeia, onde era erguida em meio à alegria geral. A intenção deste costume era levar para cada uma das casas da aldeia, as bênçãos que o espírito da árvore tem o poder de conceder. Até hoje, mastros de maio, adornados de flores e fitas, são levantados são levantados no primeiro dia do mês de maio, tendo como objetivo, atrair o frutificante espírito da da vegetação, recém-desperto pela primavera.
No Brasil, esta dança, é encontrada em vários estados, fazendo parte do repertório de grupos folclóricos de várias etnias. Existe ainda em várias comemorações, como nas Festas do Rosário em Minas Gerais, onde os caboclinhos desenvolvem a coreografia, no bumba-meu-boi nordestino, com o nome de folguedo-da-trança, e nas festas do Divino, no Estado de São Paulo, com o nome de dança das fitas.
2o. Ano
Maculelê
É o maculelê uma dança de origem Afro-indígena, pois foi trazida pelos negros da África para cá e aqui foi mesclada com alguma coisa da cultura dos índios que aqui já viviam.
Os africanos diziam que esta dança era mais uma forma de luta contra os horrores da escravidão e do cativeiro. Enquanto os negros dançavam com os cepos de cana no meio do canavial, cantavam músicas que evidenciavam o ódio. Porém, eles as cantavam nos dialetos que trouxeram da África para que os feitores não entendessem o sentido das palavras. Assim como a "brincadeira de Angola" camuflou a periculosidade dos movimentos da capoeira, a dança do maculelê também era uma maneira de esconder os perigos das porretadas desta dança.
O maculelê pode ser feito com porretes de pau, facões ou facas, mas, alguns grupos praticam o maculelê com tochas de fogo ou "tições" retirados na hora de uma fogueira que também fica no meio da roda junto com os dançarinos.
O maculelê é portanto, um bailado guerreiro que foi desenvolvido por homens negros, compreendendo dançadores e cantadores, todos comandados por um mestre, denominado “macota”. Os participantes usam um bastão de madeira com cerca de 60 cm de comprimento, exceto o macota, que tem um mais longo. Os bastões são batidos uns nos outros, em ritmo forte e compassado. Estas pancadas presidem toda a dança, funcionando como marcadoras do pulso musical.
Maculelê
É o maculelê uma dança de origem Afro-indígena, pois foi trazida pelos negros da África para cá e aqui foi mesclada com alguma coisa da cultura dos índios que aqui já viviam.
Os africanos diziam que esta dança era mais uma forma de luta contra os horrores da escravidão e do cativeiro. Enquanto os negros dançavam com os cepos de cana no meio do canavial, cantavam músicas que evidenciavam o ódio. Porém, eles as cantavam nos dialetos que trouxeram da África para que os feitores não entendessem o sentido das palavras. Assim como a "brincadeira de Angola" camuflou a periculosidade dos movimentos da capoeira, a dança do maculelê também era uma maneira de esconder os perigos das porretadas desta dança.
O maculelê pode ser feito com porretes de pau, facões ou facas, mas, alguns grupos praticam o maculelê com tochas de fogo ou "tições" retirados na hora de uma fogueira que também fica no meio da roda junto com os dançarinos.
O maculelê é portanto, um bailado guerreiro que foi desenvolvido por homens negros, compreendendo dançadores e cantadores, todos comandados por um mestre, denominado “macota”. Os participantes usam um bastão de madeira com cerca de 60 cm de comprimento, exceto o macota, que tem um mais longo. Os bastões são batidos uns nos outros, em ritmo forte e compassado. Estas pancadas presidem toda a dança, funcionando como marcadoras do pulso musical.
1o. Ano
Cacuriá
O Cacuriá é uma dança típica da cultura maranhense tem suas origens na festa do Divino Espirito Santo.Criada a mais ou menos trinta anos, é dançada em roda.Após o derrubamento do mastro do Divino que encerra a obrigação religiosa, as caixeiras fazem seu bambaé ou carimbó.Apesar de, originalmente, o cacuriá ser dançado somente com as caixas, várias inovações foram introduzidas sendo utilizados atualmente instrumentos diversos como:cordas,flauta,clarinet,teclados,baixo entre outros.
Cacuriá
O Cacuriá é uma dança típica da cultura maranhense tem suas origens na festa do Divino Espirito Santo.Criada a mais ou menos trinta anos, é dançada em roda.Após o derrubamento do mastro do Divino que encerra a obrigação religiosa, as caixeiras fazem seu bambaé ou carimbó.Apesar de, originalmente, o cacuriá ser dançado somente com as caixas, várias inovações foram introduzidas sendo utilizados atualmente instrumentos diversos como:cordas,flauta,clarinet,teclados,baixo entre outros.